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Consórcios batem três recordes: vendas de novas cotas, negócios e participantes

Consórcios batem três recordes: vendas de novas cotas, negócios e participantes

Acreditamos na nova postura do consumidor, mais consciente das responsabilidades inerentes às boas práticas da educação financeira e de planejamento

Os recordes alcançados, tanto nas vendas de novas cotas como nos negócios realizados nos onze meses e nos participantes em novembro, confirmam a postura de confiança, credibilidade e conhecimento das características da modalidade do consumidor. Observou-se um comportamento crescente de consciência sobre a essência da educação financeira que sinaliza um encerramento positivo do ano.

Com cenário econômico apresentando retração nas atividades econômicas no segundo semestre, o Sistema de Consórcios confirmou o comportamento de alta em novembro, registrado desde janeiro.

No penúltimo mês do ano, o mecanismo bateu três novos recordes históricos. Enquanto o acumulado de vendas com mais de 3,17 milhões de novas cotas, de janeiro a novembro, avançou 14,4% sobre as 2,77 milhões de adesões do mesmo período do ano passado, os negócios ultrapassaram a marca dos R$ 202,34 bilhões, 34,4% acima dos R$ 150,53 bilhões anteriores. O total de consorciados ativos cravou inéditos 8,40 milhões de participantes, em novembro, 8,9% sobre os 7,71 milhões, do mesmo mês em 2020.

Simultaneamente, o volume de consorciados contemplados chegou a 1,28 milhão nos mesmos meses, 17,4% superior ao 1,09 milhão de 2020. Foram disponibilizados R$ 59,78 bilhões em créditos, potencialmente injetados na economia para aquisição de bens e contratação de serviços, 27,2% acima dos R$ 47,01 bilhões de um ano atrás.

O tíquete médio mensal foi de R$ 67,41 mil, anotando evolução de 4,1% sobre outubro, quando era R$ 64,76, e 17,7% sobre o de janeiro, R$ 57,28, contribuindo fortemente para o crescimento dos negócios realizados em 2021. Ao comparar com o de novembro do ano passado, R$ 63,78, houve elevação de 5,7%.

Ao analisar o momento atual do Sistema de Consórcios, Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), ratificou que “os recordes alcançados, tanto nas vendas de novas cotas como nos negócios realizados nos onze meses, confirmam a postura de confiança, credibilidade e conhecimento das características da modalidade do consumidor. Observou-se um comportamento crescente de consciência sobre a essência da educação financeira que sinaliza um encerramento positivo do ano”.

Ao projetar o próximo ano, destacou que “é possível tentar desenhar um 2022, ano que o consórcio estará completando 60 anos, com boas perspectivas. A expectativa é de, pelo menos, repetir 2021. Esperamos ter uma sequência de bons resultados pontuados por um consumo responsável, considerando as dificuldades econômicas e as eleições”.

A participação dos consórcios na economia brasileira pode ser avaliada pelos totais de créditos concedidos e potencialmente inseridos, por exemplo, nos mercados automotivo e imobiliário. No acumulado de janeiro a novembro, o Sistema de Consórcios assinalou 34,3% de presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas, isto é, um veículo a cada três comercializados por consórcio no mercado interno.

Também no setor das duas rodas, houve 52,7% de potencial participação, ou seja, uma a cada duas vendidas no país. Entre os veículos pesados, a relação para caminhões foi de 26,1%, isto é, cerca de um veículo por consórcio a cada quatro vendidos internamente. No mercado de imóveis, de janeiro a outubro, as contemplações representaram potenciais 8,7% de participação no total de imóveis financiados, incluindo os consórcios.

Do acumulado de 3,17 milhões de adesões, recorde histórico no período, a distribuição setorial ficou assim: 1,3 milhão de adesões de veículos leves; 1,03 milhão de motocicletas; 456,25 mil de imóveis; 165,24 mil de veículos pesados, 112,57 mil de eletroeletrônicos; e 74,64 mil de serviços. A média mensal de 288,18 mil, anotada nos onze meses, foi 14,4% acima da obtida nos mesmos meses de 2020, quando chegou a 251,82 mil vendas.

De janeiro a novembro, o acumulado de negócios que somou R$ 202,34 bilhões, teve R$ 20,49 bilhões acrescentado no último mês. Em relação ao mesmo mês no ano passado, quando atingiram R$ 18,81 bilhões, houve alta de 8,9%.

No recorde dos 8,40 milhões de participantes ativos, o mecanismo apresentou aumento de 42,1% nos eletroeletrônicos e outros bens duráveis; 21,8% nos veículos pesados; 16,2% nos serviços; 16,1% nos imóveis; 6,3%, nas motocicletas; e 5,9% nos veículos leves.

Entre os acumulados de novas cotas comercializadas dos onze meses, nos últimos dez anos, observou-se que o de 2021, com 3,17 milhões de adesões, foi o melhor da década.

Ao relativizar os acumulados de consorciados contemplados nos dez meses, também durante a década, constatou-se que o recorde que era só de 2015, com 1,28 milhão, registrou empate em 2021. Desta forma, a boa performance anotada neste ano propiciou alcançar o mesmo volume seis anos depois.

No volume de contemplações de janeiro a novembro, 1,28 milhão, estão incluídas as 549,46 mil de motocicletas; 536,23 mil de veículos leves; 77,97 mil de imóveis; 45,80 mil de veículos pesados; 44,68 mil de serviços; e 30,60 mil de eletroeletrônicos. A média mensal chegou a 116,36 mil, 17,4% acima do atingido no ano passado, com 99,09 mil consorciados contemplados.

No encerramento do décimo primeiro mês de 2021, o Sistema de Consórcios atingiu 8,40 milhões de participantes ativos, o mais alto registrado nas quase seis décadas de história, divididos em 81,5% no setor de veículos automotores, 14,0% nos imóveis, 2,4% em serviços e 2,1% em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis.

A economia brasileira vem enfrentando dificuldades para deslanchar. Entre as razões estão a inflação crescente; taxa de juros ascendente, escassez de insumos, pequena reação na redução do desemprego, portanto menos pessoas consumindo; influência do dólar, que pressiona diretamente os preços finais de energia, combustíveis e, por decorrência, os alimentos. Na contramão, o Sistema de Consórcios tem anotado evolução mês após mês.

“Acreditamos que a nova postura do consumidor, mais consciente das responsabilidades inerentes às boas práticas da educação financeira e do planejamento das finanças pessoais, tem procurado investir parte de sua renda de forma mais conservadora, ao assumir novos compromissos financeiros”, comenta Rossi. “O consórcio tem sido uma das opções mais procuradas e utilizadas para aquisição de bens como imóveis, veículos, entre outros, ou contratação de serviços”, completa.


Fonte: ABAC



23/12/2021